O social commerce no Brasil não é uma tendência distante, é uma realidade que está acontecendo agora. Enquanto muitas empresas ainda discutem se devem ou não investir em vendas via redes sociais, 65% dos consumidores brasileiros já fazem compras online diretamente por plataformas sociais [1].
Essa não é apenas uma estatística impressionante; é um sinal claro de que o comportamento do consumidor já mudou. O mercado brasileiro de social commerce movimentou aproximadamente R$ 18,93 bilhões em 2024 e projeta-se que atinja R$ 60 bilhões até 2029 [2], representando um crescimento médio anual de 25,7%, muito acima do e-commerce tradicional.
Aqui está o dado que deveria fazer todo varejista parar para pensar: apenas cerca de 29% dos varejistas brasileiros oferecem opções de compra via redes sociais [1]. Isso significa que existe uma lacuna gigantesca entre demanda do consumidor e oferta do mercado.
Para contextualizar essa oportunidade, globalmente 84% dos varejistas que adotaram vendas pelas redes sociais relataram crescimento de receita com essa estratégia [1]. No Brasil, quem sair na frente nessa adoção pode conquistar clientes antes da concorrência e se posicionar como referência digital no seu segmento.
O brasileiro passa quase 9 horas por dia navegando online, sendo que a maior parte desse tempo é gasta em redes sociais [3]. Isso significa que seus clientes estão constantemente expostos a conteúdos de marcas, recomendações de influenciadores e ofertas compartilhadas em seus feeds.
Mais importante ainda: 74% dos usuários brasileiros pesquisam produtos e serviços nas redes sociais, e 54% afirmam que seguir uma marca diretamente influencia suas decisões de compra [3]. Ou seja, não estar presente nas redes não é apenas perder uma oportunidade de venda, é perder relevância na mente do consumidor.
O social commerce está crescendo até três vezes mais rápido que o e-commerce tradicional [4], e isso tem uma explicação lógica. Enquanto no e-commerce tradicional o cliente precisa sair do seu ambiente natural (redes sociais) para ir até seu site, no social commerce você leva sua loja até onde o cliente já está.
Segundo pesquisas feitas pela Capterra [5], uma plataforma de avaliação e classificação de software, 56% dos compradores em redes sociais no Brasil já utilizaram o WhatsApp para realizar uma compra. Plataformas como Instagram e Facebook também são muito populares nesse contexto (foram usadas por 70% e 67% desses compradores, respectivamente), especialmente devido ao seu apelo visual e ferramentas nativas de loja.
No entanto, o WhatsApp se destaca por unir comunicação direta e conveniência, características valiosas tanto para consumidores quanto para negócios.
É aqui que entra a Zapy, e é fundamental deixar claro: a Zapy não é apenas um chatbot. É um ecossistema completo de social commerce que oferece:
Automação de Processos Integrada com a API Oficial da Meta: Atendimento automatizado no WhatsApp de forma humanizada, capturando leads e avançando etapas da venda sem esforço humano
Catálogo de Autoatendimento Integrado com ERP: Oferece um catálogo digital completo para o cliente explorar e comprar direto pelo WhatsApp, com estoque e preços sempre atualizados
Chat Multi-Canal Inteligente: Centraliza conversas de WhatsApp, Instagram e Messenger em um só lugar, dando superpoderes aos vendedores
Kanban para Gestão de Pedidos: Visualiza e gerencia cada etapa dos pedidos em tempo real
Gestão de Performance de Vendas: Acompanha métricas em tempo real com insights gerados por inteligência artificial
Remarketing Inteligente e Personalizado: Cria campanhas segmentadas que falam diretamente com cada cliente
O social commerce no Brasil está na fase de early adoption acelerada. 51,3% dos compradores digitais brasileiros devem adotar o comércio social em 2025 [6], um número que coloca o Brasil quase em pé de igualdade com o mercado chinês (56,2%), que foi precursor desse movimento.
Três fatores tornam a ação imediata crucial:
Baixa Concorrência Ainda: Com apenas 29% dos varejistas oferecendo social commerce, há espaço para se destacar
Crescimento Exponencial: O mercado está crescendo quase 26% ao ano, muito acima da média tradicional
Comportamento do Consumidor Consolidado: Não é mais uma questão de SE os brasileiros vão comprar via redes sociais, mas de ONDE vão comprar
Cada mês que passa sem uma estratégia de social commerce é receita deixada na mesa. Com o crescimento projetado para R$ 60 bilhões até 2029, empresas que entrarem mais tarde enfrentarão não apenas concorrência mais acirrada, mas também custos de aquisição de cliente mais altos.
A Zapy oferece a vantagem de entrar nesse mercado com uma plataforma completa, testada e otimizada para o comportamento do consumidor brasileiro. Não é apenas sobre estar presente nas redes sociais, é sobre escalar as vendas de forma inteligente e eficiente.
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